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betsson - avanço tecnológico no agronegócio chama atenção do país

Setor agropecuário marcou presença na 2ª Semana da Inovação de Mato Grosso com o AgriHub e o Senar-MT realizada em Cuiabá

Oavançodosistema de inovação tecnológico direcionado para o agronegócioemMato Grossotem chamado a atenção de diversas regiões do Brasil e até mesmo do mundo. A adoção de novas ferramentas com foco em produtividade e rentabilidade da porteira para dentro é cada vez mais buscada pelos produtores.

As inovações e tecnologias no setor agropecuário foram alguns dos temas trabalhados durante a 2ª Semana da Inovação de Mato Grosso, que encerra nesta sexta-feira (23), em Cuiabá. Em meio aos temas estiveram a Pecuária 4.0, Agricultura 4.0, Silvicultura 4.0 e ILPF 4.0.

“O agro só existe em Mato Grosso por causa de inovação, por causa de tecnologia, por causa que os desbravadores lá atrás acreditaram numa terra inóspita quase que desértica, com todo respeito, em seu ponto de vista de nutrientes e que foi se transformando com ciclo de chuvas regular e com muito investimento em tecnologia e inovação desde sempre”, pontua Evandro César Alexandre dos Santos, presidente do Grupo de Líderes Empresariais de Mato Grosso (Lide-MT).

O presidente do Sistema Famato, Normando Corral, afirma que o setor produtivo está de braços abertos para receber as inovações. “A gente vem inovando bastante. Inovando e melhorando. Jovens como esses que trazem inovações, propiciando que a produção agropecuária de Mato Grosso e seus produtores produzam cada vez melhor, é sempre fantástico. Estamos com os braços abertos e o AgriHub está fazendo um trabalho fantástico nesse sentido”.

As inovações tecnológicas vistas hoje nos campos mato-grossenses, de acordo com o superintendente do Senar Amazonas, Jeyn’s Martins Alves, são aprendizados para todo o país.

“O nosso sistema de inovação no Amazonas está em construção. A nossa atuação e participação aqui na Semana de Inovação é justamente isso, conhecer a inovação que está bem consolidada aqui em Mato Grosso. Aprender e levar aprendizado e, também, trazer um pouco dessa consciência para o produtor a aceitação de novas tecnologias”, salienta Alves.

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Foto: betsson Mato Grosso

Otimização de processos ajuda na busca de novas tecnologias

Na era da digitalização, entender como otimizar cada processo existente em uma propriedade rural é essencial. É ele quem auxilia a encurtar distâncias e a ser mais assertivo na hora da busca por novas tecnologias.

A otimização de processos é apenas um dos itens trabalhados pelo AgriHub, conforme o diretor-executivo Otávio Celidônio, através do AgriHub Map, que mostra como funciona o fluxo das principais cadeias do agronegócio.

“Isso é um elemento importante, que através dele criando uma comunicação mais assertiva com o produtor e também com a startup, já é um guia inicial para quem quer entender o negócio e seus gargalos. Hoje são mais de 92 startups. Um terço delas já estão em fase de consolidação e tração. São as que já tem produtos para poder vender e o produtor já sair usando. E, são nativas do estado. O que é muito bacana”, diz Celidônio.

Ricardo Sodré, CEO Field Pro, destaca que o Brasil tem de ser líder também em tecnologia agrícola, e não apenas em produção de alimentos. “Tecnologia de ponta tem que fazer parte do dia a dia do produtor rural para que ele garanta essa posição para que seja uma coisa perene”.

Foto: betsson Mato Grosso

Semana da Inovação contou com mais de 30 empresas

A 2ª Semana da Inovação de Mato Grosso teve início no dia 19. O evento surgiu em 2021 e entre os atores do ecossistema de inovaçãoenvolvidos estão comunidades empreendedoras, as universidades, a iniciativa privada, os habitats de inovação, as iniciativas de fomento e investimento, além do governo do estado.

Mais de 30 empresas ligadas ao tema debateram ao longo da semana os melhores caminhos e oportunidades para se ingressas cada vez mais no cenário digital.

“O importante é que a tecnologia esteja adaptada a realidade desse produtor, a realidade dessa produção. Nós precisamos sim absorver a tecnologia. Ela facilita, ela globaliza, ela reduz custos, ela te diz quanto você está perdendo. Se vocês não estudarem e não se dedicarem a essa tecnologia ela só vai ser mais um item que você vai pôr na sua fazenda. Para ela se tornar um investimento ela tem que falar a sua necessidade, tem que ser fácil de se utilizar e você tem que falar onde ela está acertando e onde ela está errando, como qualquer outra ferramenta de negócio”, frisa Fernanda Maximiano, proprietária da ESI Exata.

 

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